PECADO: PORQUE EU GOSTO TANTO DELE?
Mentira, sexo ilícito, roubo... tudo é tão atraente
É por causa dessa sensação de leveza e liberdade, que o pecado ganha cada vez mais espaço na vida.
Qual o problema de roubar uma margarina no supermercado?
Eles são ricos, não fará diferença, não é mesmo? NÃO.
Mentir, ter relações sexuais fora do casamento, exibir o corpo na webcam para o prazer de um desconhecido, roubar produtos no supermercado.
Isso tudo é o que mais vemos acontecer no mundo.
As pessoas estão cada vez mais sem limites, sem saber o que é certo e o que é errado.
Ou pior: sabendo que é errado, mas continuam a fazer.
Isso tudo é o que mais vemos acontecer no mundo.
As pessoas estão cada vez mais sem limites, sem saber o que é certo e o que é errado.
Ou pior: sabendo que é errado, mas continuam a fazer.
Parece antagônico dizer que aquilo que eu não gostaria de fazer, eu faço.
Quem nunca ouviu alguém dizer ou também já disse:
“Quando eu vi, já tinha feito, aí aproveitei até o fim.”
As pessoas estão pegando gosto pelas coisas que Deus considera pecado, e que também trazem consequências ruins.
Mas parece que, no auge do prazer, as implicações não significam nada.
Quem nunca ouviu alguém dizer ou também já disse:
“Quando eu vi, já tinha feito, aí aproveitei até o fim.”
As pessoas estão pegando gosto pelas coisas que Deus considera pecado, e que também trazem consequências ruins.
Mas parece que, no auge do prazer, as implicações não significam nada.
“Já fui até o inferno, o que custa abraçar o diabo?”
É isso que as pessoas que gostam de pecar pensam.
E tudo começa de uma forma simples, sutil.
E tudo começa de uma forma simples, sutil.
Um dia, você está em casa, mas com vontade de sair.
Liga para os amigos mais próximos e cada um está em um compromisso inadiável.
Então, a ideia surge: sair sozinho.
E é o que acontece.
Liga para os amigos mais próximos e cada um está em um compromisso inadiável.
Então, a ideia surge: sair sozinho.
E é o que acontece.
Você então começa a se arrumar, pensando onde poderia ir para se divertir.
Coloca uma roupa diferente – aquela que não coloca nas reuniões familiares, para ir à igreja.
Arruma o cabelo, coloca um perfume especial e está pronto.
Pega a chave do carro e pensa:
“Já sei, vou a uma ‘baladinha’ que muitas pessoas já me indicaram, parece um lugar calmo, com pessoas de bom senso.”
Coloca uma roupa diferente – aquela que não coloca nas reuniões familiares, para ir à igreja.
Arruma o cabelo, coloca um perfume especial e está pronto.
Pega a chave do carro e pensa:
“Já sei, vou a uma ‘baladinha’ que muitas pessoas já me indicaram, parece um lugar calmo, com pessoas de bom senso.”
E está dado o primeiro passo para um possível pecado.
É claro que ir até um determinado lugar não quer dizer que você fará alguma coisa errada – porque isso é possível em qualquer lugar.
Mas não dá para negar que é um local propício.
É claro que ir até um determinado lugar não quer dizer que você fará alguma coisa errada – porque isso é possível em qualquer lugar.
Mas não dá para negar que é um local propício.
Chegando lá, sente-se um pouco “peixe fora d´água”, porque todos estão com os amigos, conversando com alguém e você chegou sozinho.
Por um momento fica até triste, constrangido.
Mas, em um segundo, pensa:
“Espera um pouco, isso tem um lado bom: ninguém me conhece, posso fazer o que quiser!”
Está dado o primeiro passo para o pecado.
Agora é só fazer acontecer.
Por um momento fica até triste, constrangido.
Mas, em um segundo, pensa:
“Espera um pouco, isso tem um lado bom: ninguém me conhece, posso fazer o que quiser!”
Está dado o primeiro passo para o pecado.
Agora é só fazer acontecer.
E então começa a dançar, a se descontrair, sem pensar nas pessoas ao redor.
Vai até o bar e pede uma bebida alcoólica.
Volta para a pista e continua dançando.
É quando uma pessoa se aproxima para dançar junto e você pensa:
“Qual o problema? É só uma dança!”
Minutos depois, outro pensamento: “Qual o problema? É só um beijo, sou solteiro, não devo nada a ninguém!” E quando vê, está a caminho de um motel.
Vai até o bar e pede uma bebida alcoólica.
Volta para a pista e continua dançando.
É quando uma pessoa se aproxima para dançar junto e você pensa:
“Qual o problema? É só uma dança!”
Minutos depois, outro pensamento: “Qual o problema? É só um beijo, sou solteiro, não devo nada a ninguém!” E quando vê, está a caminho de um motel.
Por um instante chega a pensar:
“Meu Deus, o que estou fazendo aqui, com uma pessoa que acabei de conhecer, em um lugar que nunca cogitei entrar?
Mas, como voltar atrás?
Agora vou até o fim, não sou uma pessoa de dar um passo para trás, vou sempre adiante!” E assim, o pecado está instaurado.
“Meu Deus, o que estou fazendo aqui, com uma pessoa que acabei de conhecer, em um lugar que nunca cogitei entrar?
Mas, como voltar atrás?
Agora vou até o fim, não sou uma pessoa de dar um passo para trás, vou sempre adiante!” E assim, o pecado está instaurado.
É dessa forma que, geralmente, o pecado chega, devagar, sem se mostrar muito.
E o pior, a sensação de prazer, de aventura, de sair de seus limites é tão boa, que o pecado deixa de ser pecado e passa a ser um bicho de estimação, do qual você gosta de cuidar e alimentar.
E o pior, a sensação de prazer, de aventura, de sair de seus limites é tão boa, que o pecado deixa de ser pecado e passa a ser um bicho de estimação, do qual você gosta de cuidar e alimentar.
Um caminho sem obstáculos
O caminho do pecado parece ser mais fácil de percorrer.
As coisas ficam mais à mão, mais gostosas, sem o peso da obrigatoriedade, como se o mundo fosse para se curtir mesmo e não importa mais nada.
As coisas ficam mais à mão, mais gostosas, sem o peso da obrigatoriedade, como se o mundo fosse para se curtir mesmo e não importa mais nada.
É por causa dessa sensação de leveza e liberdade, que o pecado ganha cada vez mais espaço na vida.
Qual o problema de roubar uma margarina no supermercado?
Eles são ricos, não fará diferença, não é mesmo? NÃO.
Qual o problema de trair meu companheiro?
Ninguém está vendo e ninguém é tão certinho assim para me apontar um dedo.
E outra, ele nunca saberá. MAS DEUS SABE DE TODAS AS COISAS.
Ninguém está vendo e ninguém é tão certinho assim para me apontar um dedo.
E outra, ele nunca saberá. MAS DEUS SABE DE TODAS AS COISAS.
Esquecemos que Deus é onipresente e vê todas as coisas.
Esquecemos que há consequências para o pecado e que essas serão vividas uma a uma, sem desculpas.
Esquecemos que Deus é Deus de amor, Ele não castiga, mas você atrai o pecado e seus resultados.
Esquecemos que há consequências para o pecado e que essas serão vividas uma a uma, sem desculpas.
Esquecemos que Deus é Deus de amor, Ele não castiga, mas você atrai o pecado e seus resultados.
O alerta e o conforto
O apóstolo Paulo já falava sobre como o pecado age.
Esse alerta está no livro de Romanos 7:7-25.
Mas vale ressaltar os versículos 19 a 21:
Esse alerta está no livro de Romanos 7:7-25.
Mas vale ressaltar os versículos 19 a 21:
“Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim. Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim.”
Mas então, como me livrar de uma natureza tão pecaminosa?
Conhecendo cada vez mais o poder de Deus, abrindo-se para Ele.
Reconhecendo suas fraquezas e lutando diariamente contra cada uma delas.
O importante é resistir ao pecado, é permanecer em pé e, principalmente, buscar cada dia mais estar na presença de Deus.
Reconhecendo suas fraquezas e lutando diariamente contra cada uma delas.
O importante é resistir ao pecado, é permanecer em pé e, principalmente, buscar cada dia mais estar na presença de Deus.
“Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós outros. Purificai as mãos, pecadores; e vós que sois de ânimo dobre, limpai o coração.” Tiago 4:7-8
“Porque, se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte; mas, se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente, vivereis.” Romanos 8: 13

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