E SE A PORTA ESTIVESSE FECHADA?
Normalmente, quando uma pessoa se machuca ou sofre qualquer acidente, ela corre ou é levada às pressas por alguém a um pronto-socorro mais próximo para ser atendida em caráter emergencial.
Imagine, então, alguém que foi baleado e, num ímpeto de desespero e angústia, antes de fazer o trajeto natural, que seria buscar ajuda médica, o único local em que encontra socorro naquele momento foi a Universal.
No último dia 3 de agosto, numa típica manhã fria de Tupanciretã (município do Estado do Rio Grande do Sul), por volta de 7 horas, o pastor Ariel Seitenfus, de 20 anos, se deparou com essa situação.
Segundo o pastor, que há três anos faz a Obra de Deus, o jovem veio cambaleando pelas ruas e caiu bem na porta de entrada da Igreja, gritando “que sabia que ia morrer, implorando que não o deixasse ir para o inferno.”
Segundo o pastor, que há três anos faz a Obra de Deus, o jovem veio cambaleando pelas ruas e caiu bem na porta de entrada da Igreja, gritando “que sabia que ia morrer, implorando que não o deixasse ir para o inferno.”
A seguir, o pastor Ariel conta como tudo aconteceu.
“Pouco antes do início da primeira reunião, por volta das 7 horas, ouvi gritos dentro da Igreja, achei que era alguém fazendo algazarra.
Ao abrir a porta do salão, me deparei com o homem gritando e chorando.
Ao abrir a porta do salão, me deparei com o homem gritando e chorando.
Naquele momento, ele veio se arrastando até a frente do Altar.
Quando levantou a cabeça, o sangue jorrou e foi aí que percebi que ele estava baleado no rosto.
Ele só olhava para mim e pedia: ‘pelo amor de Deus, não me deixe morrer aqui!’.
Quando levantou a cabeça, o sangue jorrou e foi aí que percebi que ele estava baleado no rosto.
Ele só olhava para mim e pedia: ‘pelo amor de Deus, não me deixe morrer aqui!’.
Olhando para ele, de fato, não me parecia nada esperançoso e o pavor foi muito grande.
Na minha cabeça, ele só teria mais uns minutos antes de morrer.
Então, apesar da situação, não pensei duas vezes e logo perguntei: ‘Você aceita Jesus?’ e ele aceitou.
Então, pedi a Deus que salvasse a alma dele.
Ele mal conseguia falar, mas lembro bem que me dizia: ‘ora, ora, pode orar, eu creio em Deus’”, lembrou o pastor.
Então, apesar da situação, não pensei duas vezes e logo perguntei: ‘Você aceita Jesus?’ e ele aceitou.
Então, pedi a Deus que salvasse a alma dele.
Ele mal conseguia falar, mas lembro bem que me dizia: ‘ora, ora, pode orar, eu creio em Deus’”, lembrou o pastor.
Em seguida, o rapaz foi socorrido e levado pelos paramédicos a um hospital.
O pastor Ariel diz que o rapaz, de 24 anos, sobreviveu e até o fechamento desta edição estava internado em uma cidade vizinha.
O pastor Ariel diz que o rapaz, de 24 anos, sobreviveu e até o fechamento desta edição estava internado em uma cidade vizinha.
Tinha passado por uma cirurgia e estava fora de perigo.
A mãe do jovem baleado, que não tem nenhuma ligação com a Universal, assim como o filho, procurou o pastor na mesma semana e agradeceu pela ajuda.
A mãe do jovem baleado, que não tem nenhuma ligação com a Universal, assim como o filho, procurou o pastor na mesma semana e agradeceu pela ajuda.
“Ela me disse que, se não fosse essa porta aberta, o filho dela estaria morto agora e chorou”, contou.
Esse jovem era mais um necessitado que, independentemente do que fez ou deixou de fazer, encontrou uma “porta aberta”.
Esse jovem era mais um necessitado que, independentemente do que fez ou deixou de fazer, encontrou uma “porta aberta”.
“Às vezes, nos preocupamos demasiadamente com os nossos problemas”, ressaltou o pastor.
Ele ainda reflete: “Será que temos feito mal à sociedade?
Será que ‘enganadores’ – como nos intitulam – se preocupariam realmente com o semelhante?
E a todos que se dizem da fé: será que têm se preocupado, de fato, com as pessoas tal como deveriam?”, finaliza.
Será que ‘enganadores’ – como nos intitulam – se preocupariam realmente com o semelhante?
E a todos que se dizem da fé: será que têm se preocupado, de fato, com as pessoas tal como deveriam?”, finaliza.

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