5 PROVAS DA BÍBLIA
Embora alguns acreditem que a ciência e a Bíblia se contradizem, muitos cientistas comprovam o Livro Sagrado em diversos ramos.
A arqueologia, por exemplo, a cada dia comprova mais os relatos bíblicos com achados que vão desde minúsculos artefatos a cidades inteiras no Oriente Médio, palco da maior parte dos acontecimentos narrados nas Escrituras.
Veja aqui cinco dessas grandes descobertas:
1. Os tabletes de Ebla – Placas de argila com escrita cuneiforme encontrados em Ebla, Síria, provam a veracidade do Antigo Testamento, que muitos estudiosos afirmavam ser ficção.
Diziam que certas palavras da Bíblia simplesmente não existiam cerca de 800 anos antes de Moisés.
Diziam que certas palavras da Bíblia simplesmente não existiam cerca de 800 anos antes de Moisés.
Os tabletes, que comprovadamente eram daquela época, estão impressos com as palavras que os céticos disseram não existir no tempo citado.
Neles, registros de importantes personagens bíblicos.
Neles, registros de importantes personagens bíblicos.
2. Os heteus – Muitos alegavam que os heteus (ou hititas), presentes em vários livros do Antigo Testamento, eram uma “lenda bíblica”.
Arqueólogos encontraram nada menos do que a própria capital hitita, repleta de registros de seu povo, na atual região de Bogazkoy, Turquia.
Arqueólogos encontraram nada menos do que a própria capital hitita, repleta de registros de seu povo, na atual região de Bogazkoy, Turquia.
3. A riqueza de Salomão – De tão grande, a soma de bens do sábio filho de Davi sempre foi contestada por alguns historiadores – que chegavam a duvidar até mesmo da existência dele e de seu pai.
Registros arqueológicos em Israel mostram que era costume que a maior parte das riquezas de um reino fosse concentrada sob poder do governante, o que torna o poder econômico de Salomão completamente plausível.
Registros arqueológicos em Israel mostram que era costume que a maior parte das riquezas de um reino fosse concentrada sob poder do governante, o que torna o poder econômico de Salomão completamente plausível.
4. Belsazar – Muitos contestam a existência do rei babilônico citado no livro de Daniel 5.
Segundo a História secular registrava, o último rei da Babilônia havia sido Nabonido (555 - 539 antes de Cristo – a.C.).
Tabletes encontrados na área da antiga Mesopotâmia comprovam que Belsazar era filho de Nabonido e co-regente do reino – daí a possibilidade de ele, o segundo em comando, oferecer a Daniel o lugar de “terceiro governante” (Daniel 5.16).
Segundo a História secular registrava, o último rei da Babilônia havia sido Nabonido (555 - 539 antes de Cristo – a.C.).
Tabletes encontrados na área da antiga Mesopotâmia comprovam que Belsazar era filho de Nabonido e co-regente do reino – daí a possibilidade de ele, o segundo em comando, oferecer a Daniel o lugar de “terceiro governante” (Daniel 5.16).
5. Babilônia – Já que falamos no lugar em que os judeus ficaram cativos na época de Daniel, muitos também alegavam que ele não existia.
No século 20, a capital babilônica, palco de importantes acontecimentos bíblicos, foi encontrada na área do atual Iraque, além de artefatos com inscrições sobre Nabucodonosor, um de seus mais famosos reis.
No século 20, a capital babilônica, palco de importantes acontecimentos bíblicos, foi encontrada na área do atual Iraque, além de artefatos com inscrições sobre Nabucodonosor, um de seus mais famosos reis.

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